O avião cortava os céus em direção a um porto seguro. Marcus repousava, ferido e semi-inconsciente, com a cabeça apoiada no colo acolhedor de Analú. O silêncio na cabine era absoluto, rompido apenas pelo zumbido monótono dos motores, que ressoava como um lamento de esperança na imensidão da escuridão. Ao pousar em uma pequena cidade no centro-oeste brasileiro, o avião foi recebido por um carro do exército, cujo oficial capitão, responsável por uma base local, aguardava para conduzi-los a um lug