Analú entrou em seu quarto e deixou a porta bater atrás de si. Sentia-se rejeitada e dominada pelo medo em relação ao seu futuro. Embora tentasse conter as lágrimas, elas escaparam, traçando um caminho silencioso por suas bochechas. Naquele instante, a consciência de sua solidão e desespero a envolveu como uma sombra densa. Seu coração batia aflito, pulsando uma angústia mais intensa do que o habitual. As palavras de Consuelo ecoavam em sua mente, acrescentando uma camada a mais de perturbação