A vida finalmente parecia respirar num ritmo mais lento, quase sincronizado com o meu. Depois de semanas de tensão, incerteza e sustos, eu conseguia, pela primeira vez, acordar e sentir… normalidade.
Noah praticamente já morava comigo. Ele dizia que era “temporário”, que ainda precisava manter algumas aparências com a família, mas na prática… quase não dormia mais na antiga casa. Suas coisas estavam espalhadas pelo apartamento — uma camisa no encosto do sofá, seus livros empilhados na mesinha d