Querer ou não querer, era a batalha interna que Cíntia lutava entre seu corpo e mente. Seu corpo dizia: quero. Sua mente dizia: não quero.
Assim que a mão dele alcançou seu seio por baixo de sua blusa, ela soube que a batalha estava perdida. Suas unhas cravaram em seus ombros já sem a camisa. Ela sonhara várias vezes em repetir aquela noite em que fora drogada e ficara com ele. Só não queria admitir para ela mesma que o queria. Não tinha como não querer. Filipe era bonito, intenso, perigoso. Aq