110. Discursão
Dylan Cooper
Tomamos o café em silêncio, enquanto observo a inquietude dela. Não era meu desejo que ela ficasse tão amedrontada nem tão reativa, mas sei bem que ela não abriria a porta se eu tivesse apenas batido. Sei que a forma que entrei na casa dela escondido se configura crime, mas foi a forma que encontrei de fazê-la me receber. Noto seus dedos tamborilando com certa força contra a mesa, deixando claro o seu nervosismo e ansiedade. Solto um suspiro, tentando pensar com clareza como inici