Era noite. A última luz da casa havia se apagado e, agachada nas sombras, ela observava a imponente residência. O momento havia chegado. Caminhou pela praia, subiu até o terraço — quantas vezes estivera ali… e pensar que tudo aquilo deveria ter sido dela.
Entro pela porta que dava para o jardim. A casa estava silenciosa, completamente vazia. Atravessou a sala de estar e subiu as escadas. Chegou ao quarto de Alekos: reconheceu-o perfeitamente. Moveu-se com cuidado, mas não havia ninguém lá. Foi