Quando a memória é mais cruel que o silêncio.
CAETANO SIQUEIRA GOUVEIA
Eu lembro de Serena com ciúmes, falando da mulher que ela achava que era a mãe da Sophie. A voz dela cheia de coragem, o peito estufado, o olhar decidido, como se fosse capaz de enfrentar qualquer coisa por aquela criança. Eu lembro dela dizendo que ficaria feliz em quebrar a cara da mulher. Lembro do jeito que a boca dela tremia de raiva, mas os olhos denunciavam medo de perder o lugar que ela tinha conquistado ali.
Eu lem