O ar do hospital tinha aquele cheiro típico de limpeza forte e paredes sem vida. Os aparelhos apitavam sem parar, com o vai e vem dos enfermeiros, e um choro distante deixava tudo ainda mais pesado.
Com medo da resposta, Giovana abraçou o irmão outra vez, sentindo o tecido do blazer dele molhado por suas lágrimas.
— Por favor, diga que minha mãe está bem! — O tom grave denunciava a sua preocupação.
O médico, com cara de cansado, mas falando com calma, moveu a cabeça antes de falar:
— Estamos a