O Salão de Julgamentos do Tribunal Regional Federal estava imerso em um silêncio cerimonial, quebrado apenas pelo sussurro dos papéis manuseados pela banca de advogados da Atlas Infraestrutura. Sentado à mesa dos autores da ação, Artur Albuquerque exibia uma expressão de fria confiança. Ele sabia que o peso da tradição jurídica tendia a sufocar as inovações que não se enquadravam nos compêndios burocráticos tradicionais.
Helena Vitruvia ocupava a mesa da defesa ao lado de Gabriel e Bia V. Ela ma