A expansão da tecnologia de fitorremediação para os grandes espelhos d’água das represas Billings e Guarapiranga exigia uma mudança radical de escala. Se no canal estreito do Rio Pinheiros o desafio era a velocidade do fluxo de esgoto, nas águas profundas dos reservatórios metropolitanos o Estúdio H enfrentava a calmaria enganosa de milhões de metros cúbicos de água, onde as florações de algas tóxicas sufocavam o abastecimento da população.
Para Helena Vitruvia, contudo, a noite anterior ao lanç