A sala parecia ainda mais fria depois que os gritos distantes de Celina ecoaram pelo corredor. Brian permanecia sentado, com Cecília ao seu lado, a mão dele descansando possessivamente sobre a dela. Gabriel, ainda caído no chão, respirava com dificuldade, o sangue seco no canto da boca. O ar estava pesado, carregado de medo e poder.
Brian virou a cabeça devagar para um dos seguranças que permanecia imóvel junto à porta.
— Chame o Gorila. Diga que tenho um presente para ele.
O segurança assentiu