O quarto ainda estava parcialmente desorganizado quando Briane fechou a primeira mala. O som do zíper deslizando firme quebrou o silêncio por um instante, antes de ela empurrar a bagagem para o lado da cama. A segunda permanecia aberta, roupas já dobradas, alinhadas sem exagero, mas no lugar certo, como tudo que passava pelas mãos dela.
Não havia pressa.
Mas também não havia espaço para dúvida.
Ela se inclinou para pegar mais algumas peças, organizando com a mesma precisão de sempre, e