O silêncio no quarto não trouxe alívio.
Trouxe consciência.
Valentina foi a primeira a se mover. Caminhou até a porta e abriu com cuidado, olhando para o corredor como se esperasse encontrar alguém ali.
Mas não havia ninguém.
Mesmo assim, não parecia seguro.
— A gente não pode ficar aqui — disse ela, voltando.
Leonardo ainda estava parado diante da mesa, o dispositivo nas mãos, como se estivesse calculando algo além do óbvio.
— Eles não vão vir aqui.
A resposta veio calma.
Mas não tranquilizado