O quarto já não parecia seguro.
Não porque alguém estivesse ali.
Mas porque agora eles sabiam demais.
Valentina sentia isso de forma clara. Não era paranoia. Era instinto.
Ela olhou novamente para a tela.
O nome ainda estava lá.
Imutável.
Como se desafiasse qualquer tentativa de negação.
— A gente precisa sair daqui — disse ela.
Leonardo não respondeu de imediato.
Os olhos ainda presos no sistema.
— Ainda não.
A resposta veio calma.
Mas firme.
Valentina franziu a testa.
— Se isso está conectado