Depois do abraço, subimos as escadas e eu me senti meio esquisita, minha cabeça, coitada, girava, e o Adam estava do mesmo jeito.
— Emma...
— Diga...
— Você não está sentindo nada estranho?
— Se você está falando da minha cabeça?
Sim, está meio tonta e pesada.
— Vem.
Ele segurou minha mão com urgência e me puxou depressa até o quarto dele.
— O que está acontecendo, Adam?
— Acho que alguém colocou alguma coisa na nossa bebida.
— O quê?!
Eu não conseguia acreditar.
Quem seria capaz de