Noah voltou a me beijar, se moveu devagar e firme. Saindo só alguns centímetros e empurrando tudo outra vez.
A sensação me tomou de um jeito que cravei as unhas nas costas dele, me deliciei com a voz grossa, quase rosnada, em meu ouvido.
— Hoje eu vou te comer devagar, Magricela. Mas quando se acostumar comigo aqui dentro quero te ouvir gritando o meu nome.
Eu não sabia se aquilo era devagar, mas, se podia ficar melhor, eu acabaria maluca por aquele homem.
Noah segurou uma das minhas coxas e se