— Você quer, Aurora. Eu sei que quer.
Eu me retorci na poltrona de couro branco sentindo a minha intimidade queimar. O ápice estava quase.
Noah movimentava os dedos dentro de mim com a certeza de quem sabe o que está fazendo.
O jato sacudiu no ar, me fazendo gemer ainda mais forte. Noah não se moveu. Ele continuou ali, ajoelhado entre minhas pernas, os olhos fixos em mim e aquele sorriso que eu já tinha me esquecido como podia ser assustador.
Meus pulsos latejavam por causa do metal das algemas