Emma hesitou por um momento, como se ponderasse a resposta. Sabia que ele estava certo. Ela estava preocupada. Mas, ao mesmo tempo, sabia que não podia simplesmente se abrir para um estranho.
— Desculpe — repetiu, sua voz mais suave, e deu um passo para frente. — Eu realmente preciso ir.
O homem a observou mais um instante, os olhos parecendo captar algo que ela não queria revelar. Mas ele não disse mais nada. Apenas ficou ali, observando enquanto ela se afastava.
O barulho frenético da cidade