Dominic o encara com uma seriedade eloquente, a seriedade em seus olhos exigindo uma explicação que Henrik hesita em fornecer, como se cada segundo de demora apenas inflamasse a irritação crescente dentro dele.
— Na minha sala, agora! — Dominic ordena, retomando sua caminhada controlada, contendo sua fúria elegantemente para não criar uma cena no corredor.
— Sim, senhor Muller. — Henrik responde, em voz baixa, visivelmente perturbado pela aura ameaçadora que emana de seu superior.
Dominic abre