Vivienne, finalmente recuperando algum controle sobre seu corpo trêmulo, arrasta-se até o sofá e desmorona nele. Na solidão de seu apartamento, permite que todas as emoções reprimidas finalmente transbordem, seus medos, sua raiva, suas inseguranças fluindo livremente por meio de lágrimas incessantes. Seu pranto ecoa pelo vazio do ambiente, enquanto ela se encolhe, assumindo uma posição quase fetal. Sua mão move-se instintivamente para a barriga num gesto protetor, como se pudesse criar uma barr