No quarto, Dominic ouve o grito rasgado de dor de Vivienne, e algo dentro dele se parte. A necessidade de ir até ela, de envolvê-la nos braços, de protegê-la de tudo que a fere, se agita como uma fera dentro de seu peito. Mas ele se contém.
Cerra os olhos com força, os punhos tremem ao lado do corpo, até que a frustração explode. Em um único movimento, soca a parede ao lado da porta, sentindo o impacto reverberar por cada fibra do seu ser. Como se, de alguma forma, pudesse tomar para si a dor d