Vivienne o encara em silêncio, enquanto os pensamentos se misturam em sua mente. Seria uma mentira afirmar que não sentiria falta do lugar que, nesses quase dois anos, aprendeu a chamar de lar. Luxemburgo havia sido mais do que um refúgio, foi o ponto de partida para reconstruir uma vida que parecia perdida.
Mas talvez fosse o momento de recomeçar em um espaço distante, onde poderá viver livre de perturbações, visitas indesejadas ou ameaças veladas, mantendo o anonimato e continuando “morta” p