Dominic observa atentamente Vivienne. Cada movimento dela é uma confissão silenciosa de sua irritação. Os dedos hábeis prendem os cachos em um coque desajeitado, mas seu rosto denuncia pensamentos que fervilham em sua mente, como se ela estivesse deliberando sobre algo importante.
— Por que não? — Vivienne pergunta, de repente, quebrando o silêncio. Sua voz é firme, mas há uma nota de curiosidade afiada, enquanto pega o celular e o encara, exigindo respostas.
— Porque não quero. — Dominic respo