Capítulo 128
A ala da Pediatria era um dos poucos lugares onde Melina ainda conseguia respirar.
Enquanto caminhava, observava os desenhos coloridos nas paredes, os balões amarrados nas portas dos quartos e os pequenos pacientes circulando acompanhados de pais ou enfermeiros.
Ali havia dor, medo e incerteza, mas também existia esperança. As crianças tinham um dom que os adultos pareciam perder com o tempo: mesmo diante da doença, ainda conseguiam sorrir.
E naquela manhã, era exatamente isso