Talvez porque parecesse mais real.
Mais dela.
A amiga veio junto, claro, e sentou-se em uma mesa próxima com a expressão feroz de quem planejava vigiar até a respiração dos dois.
Layla parou diante dele.
— Zayn.
O nome.
Sempre o nome.
Ele se levantou.
— Layla.
Ela olhou para a cadeira.
— Sente-se. Não transforme isso em cerimônia.
Ele obedeceu.
Ela sentou-se diante dele, deixando a bolsa sobre o colo como barreira.
— Obrigada por vir sem espetáculo.
— Você pediu.
— Costuma bastar?
— Com você, e