O quarto de hospital, que deveria ser um refúgio de cura, tornou-se um campo de batalha silencioso quando a porta se abriu. Ísis, ainda pálida e conectada ao suporte de soro, viu a figura de Soraya entrar. A vilã não usava mais as sedas e sorrisos de noiva; ela exalava um desespero agressivo, os olhos injetados e a postura de quem já não tinha nada a perder.
— Veio conferir se o seu plano de me matar falhou, Soraya? — Ísis perguntou, a voz fraca, mas carregada de uma dignidade que Soraya jamais