No quarto de hospital, o silêncio era interrompido apenas pelo bipe suave dos aparelhos. Quando Ísis abriu os olhos, a primeira coisa que viu foi o rosto de Giorgio através do vidro da porta. Ele estava desfeito, os olhos vermelhos de quem descobrira o inferno. Ele tentou entrar, mas Ísis fez um sinal sutil, porém devastador, com a mão. Não.
— Eleonora... — a voz de Ísis saiu como um sopro. — Diga a ele que não quero vê-lo. O fato de ele ter descoberto a verdade não apaga o que ele pensou de mi