Raissa estava deitada no sofá, soluçando incontrolavelmente. Paulo desceu as escadas segurando-se no corrimão. As olheiras eram evidentes e ele parecia ter envelhecido vários anos.
"Vamos tomar o café da manhã primeiro." Sua voz estava rouca. "Perguntei à polícia, mas ainda não há notícias. Nessa situação, nenhuma notícia é a melhor notícia. Talvez aquela garota tenha tido sorte." Ele consolava a filha, mas no fundo sentia que era uma mentira. Enxugou os olhos, murmurando: Velho amigo, me des