Elise
— Que saudades! — Amélia pegou Hazel dos meus braços e o abraçou. Ele chorou assim que viu a mãe.
Eu sorri contagiada por esse momento.
O motorista entrou trazendo suas malas e a deixou no hall de entrada, havia outros empregados próximos, assim como a governanta que, como sempre, não esboçava nada em sua cara enrugada.
— E você, minha querida, como está?
— Bem. Fez boa viagem? Bem vinda.
— Obrigada, querida, viagens a trabalho não são tão boas, mas a recompensa está em retornar. — Ela be