O quarto 402 do Hospital St. Jude havia se tornado uma tumba de luxo, um espaço onde o tempo era medido apenas pelo som mecânico dos aparelhos. Três dias haviam se passado desde o despertar traumático de Sophia. Ela não lutava mais contra as algemas de tecido que prendiam seu pulso à grade da cama; na verdade, ela mal se movia. A apatia instalara-se como uma névoa densa e tóxica. Sophia passava as horas com os olhos fixos na parede verde-pálida, recusando-se a olhar para a bandeja de comida q