O despertar de Sophia não foi súbito; foi uma emersão lenta e dolorosa de um abismo de sedativos e sombras. O primeiro sentido a retornar foi o olfato: o cheiro estéril de antisséptico misturado ao odor metálico de sangue seco que parecia impregnado em suas próprias narinas. Depois, veio o som: o bipe rítmico e insistente dos monitores cardíacos, o chiado suave do oxigênio fluindo e, mais distante, o murmúrio abafado do corredor do Hospital St. Jude.
Ela tentou abrir as pálpebras, mas elas