A noite estava gélida. Sophia dirigia o utilitário preto de Alexander com as mãos tão apertadas ao volante que os nós dos dedos estavam brancos. No banco do passageiro, a maleta com os 100 milhões de dólares parecia pesar uma tonelada. O endereço era uma antiga fábrica de tecidos desativada na zona industrial, um esqueleto de concreto e janelas quebradas que parecia uma boca aberta na escuridão.
Ela vestia uma calça justa preta e uma jaqueta de couro, os cabelos presos em um rabo de cavalo