— Ah... sei lá né.
— Confessa. — diz. — Por que não termina com ele?
— Eu nunca namorei. No Canadá, eu era a garota certinha que não sabia que futuro seguir. Quando vim para cá, decidi mudar minha vida, sabe? Fui a baladas e em uma delas, conheci Hugo. E minha avó sempre dizia que se casar com o primeiro namorado, era sinal de amor eterno. — acabo rindo. — No começo era tudo bom, legal..., mas conforme os meses foram passando, eu fui me cansando. E quando comecei a encará-lo com outros olhos, reparei que toda a perfeição que eu achava que ele tinha, era coisa da minha cabeça. Nem sexo oral ele faz bem.
— Eu faço. — murmura, com um sorriso de lado.
— Louis!
— Não consegui segurar essa informação. Achei que fosse importante.
— Não é.
— Jura? — ele tomba a cabeça e começa a rir. — Parei.
— Você é muito engraçadinho.
— Eu tento. — Louis pisca, antes de beber o restante de vinho que tinha em sua taça. — Está com fome?
— Com certeza, estou. Mas não quero abusar da sua hospitalida