— Não... eu gosto de você. Só não... — suspiro. — as coisas não são como antes.
— Claro. Você está trabalhando.
— Não. Não é de agora que me sinto assim.
— E por que nunca foi sincera comigo?
— Hugo, você é muito sentimental. — ele revira os olhos. — Eu ia dizer que não estava curtindo nosso namoro, e você iria fazer um drama básico, gritando para os ventos que eu não te amava mais.
— Eu não sou assim.
Ele cruza os braços e faz um bico chorão.
— Jura? — repito o seu gesto e rimos juntos. — Hugo...
— Você quer terminar?
— Eu...
— Dakota, me dá mais uma chance? — ele pega minha mão e aperta—a carinhosamente. — Eu amo você e quero muito que a gente dê certo. Não estou pronto para desistir de nós.
Eu não sabia resistir àquele olhar. Era muito difícil simplesmente dizer que não queria mais.
— Tudo bem.
— De verdade? — ele sorri.
— Sim. Mas precisará me prometer algumas coisas...
— Não implico mais com o seu trabalho. — ele beija minha mão. — Serei mais presente e iremos dar