Havia um erro. Era uma verdade operacional básica: nenhum sistema, por mais sofisticado, funciona sem folgas mínimas para absorver o inesperado. O problema é que, naquela fase, a margem deixara de ser técnica. Tornara-se emocional. E isso era infinitamente mais difícil de controlar.
Anthony foi o primeiro a nomear o que todos já sentiam.
— Estamos trabalhando com menos espaço do que antes — disse, encarando a tela principal. — Não porque sabemos menos. Mas porque há mais decisões que não pod