A sala estava mergulhada em penumbra, iluminada apenas pela luz amarelada de uma luminária ao lado do sofá. Debby estava sentada na poltrona em frente a mim, com o habitual caderno de anotações no colo. Ela tinha um ar de cansaço que só alguém como ela, acostumada a lidar com os horrores do mundo, podia esconder bem. Seus olhos me analisavam com a mesma intensidade de sempre, como se cada movimento meu fosse uma peça de um quebra-cabeça que ela tentava decifrar.
— Dilan — ela começou, com a v