Mundo de ficçãoIniciar sessãoA noite engoliu a estrada enquanto os faróis do carro cortavam a escuridão como facas. Lorenzo dirigia em silêncio, os olhos verdes fixos no asfalto, a mandíbula tensa. Eu estava no banco do carona, o celular na mão, tentando incessantemente ligar para Massimo. Caixa postal. Sempre caixa postal.
Beatrice estava no banco de trás, seu corpo inclinado para frente, uma mão em meu ombro. O toque dela era a única coisa que me impedia de







