A casa estava mergulhada na calmaria noturna quando Magno abriu os olhos no escuro.
O relógio digital ao lado da cama marcava pouco depois das duas da manhã.
Ele passou a mão pelo rosto, soltando um suspiro cansado. Já havia tentado dormir duas vezes naquela noite. Em ambas, o sono chegara leve… e logo fora substituído por pensamentos que ele não queria organizar.
Virou-se de lado, encarando a janela parcialmente aberta. A brisa noturna movimentava discretamente as cortinas, trazendo o pe