Phillippo Constantinova
Acordei no meio da noite, o quarto ainda envolto na penumbra suave das velas que tinham queimado até o fim. A luz da lua filtrava-se pelas cortinas, lançando um brilho prateado sobre a cama onde Sophia dormia serenamente ao meu lado. Fiquei ali, por um momento, apenas observando-a.
Seu rosto estava tranquilo, os lábios ligeiramente curvados em um sorriso sonhador. O cabelo escuro espalhado pelo travesseiro, criando uma moldura perfeita para sua beleza. Senti uma onda de