Ayana Brooks
Eu acordei com um barulho, não de sirene ou de gente, mas de notificações seguidas e insistentes no celular, como se alguma coisa estivesse tentando me puxar de volta pra um lugar que eu tinha acabado de sair.
Eu virei na cama, ainda meio sonolenta, com a luz do celular piscando na mesa de cabeceira, e, por um segundo, eu pensei em ignorar. Sério. Pensei em só virar pro outro lado e fingir que o mundo podia esperar. Mas o meu corpo não deixou, porque, no fundo, eu já sabia que tinh