Minha mão tremia tanto que o sensor não reconheceu meu toque.
Respirei fundo, tentando me recompor, mas o ar travou no meio do caminho, preso em algum lugar entre o peito e a garganta. Passei a mão na roupa, limpando o suor da palma, e tentei novamente.
Nada.
— Merda… — murmurei, quase sem voz, sentindo o olhar dele nas minhas costas.
Aproximei a mão outra vez, dessa vez mais devagar, tentando controlar o tremor.
O sensor apitou baixo.
A porta deslizou para o lado.
E eu dei de cara com ela.
Ver