— É importante — respondi, com a mesma expressão séria de antes. — E eu... eu prometo que será bem rápido.
Tinha certeza de que se não conversasse com ele naquele exato momento — enquanto a raiva ainda queimava o meu rosto —, não conseguiria fazê-lo depois. E mesmo se conseguisse, Don Trevellyan não era uma pessoa acessível.
O meu chefe balançou a cabeça, concordando com a ideia.
— Podemos conversar no meu escritório — ele respondeu em um tom afirmativo.
Don não estava me perguntando, ele a