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NARRADORA
O hospital entrou em código vermelho. Sirenes de segurança interna ecoavam, mas para Alexandre, o mundo havia se tornado um vácuo de fúria e pânico. Ele percorria os corredores como uma fera enjaulada, empurrando médicos e seguranças.
— ONDE ESTÁ O MEU FILHO? — o rugido de Alexandre fazia as janelas vibrarem.
No meio do caos, algo chamou sua atenção. Mark.
O rapaz, que até então parecia o porto seguro de Sofia, estava agindo de forma errática. Ele não estava chorando, nem paralisad