Ao chegar em casa depois do trabalho, Mael percebeu que algo estava errado antes mesmo de ligar as luzes.
A casa estava silenciosa de um jeito específico — não o silêncio comum de uma casa vazia, mas aquele silêncio de quem foi embora de vez.
As luzes estavam acesas. A sala, do jeito que sempre ficava. Mas a presença que havia se instalado ali ao longo das semanas simplesmente não estava mais.
Olhou ao redor sem querer admitir o que estava olhando.
O buquê de rosas amarelas que havia mandado