Olhei para baixo e paralisei.
— Ah, não…
Peguei rapidamente o guardanapo de pano do meu colo.
— Deixa que eu tento limpar…
Minha mão mal teve tempo de encostar no tecido. Henrique segurou delicadamente o meu pulso, interrompendo o meu movimento com uma firmeza surpreendente.
— Não — disse ele, com a voz baixa e tranquila.
Olhei para ele, surpresa.
— Henrique...
— Se você esfregar, vai espalhar a mancha e tingir o tecido.
Antes que eu pudesse reagir, Henrique já havia pegado outro guardanapo de