Lágrimas de Afonso não conseguiam ser contidas, caindo incessantemente: — Sim.
— Estou com tanta saudade da mamãe agora.
— Mamãe, quando você vai voltar?
— Não importa se você não gosta do papai, só me leve embora.
— Vou levar todo o dinheiro e todas as lojas que você guardou para mim.
— O aluguel e as economias serão suficientes para nós dois, mãe e filho, vivermos bem pelo resto da vida.
Na coberta, as marcas das lágrimas eram particularmente evidentes.
Afonso sabia que sua mãe havia definitiv