Todas as Formas de Rasgar seu Coração

Todas as Formas de Rasgar seu CoraçãoPT

Ryan. H. Drerk  En proceso
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Resumen
Índice

Angus decidi seduzir seu professor de literatura para conseguir fugir do internato. Órfão e diagnosticado com bipolaridade, ele sabe que precisa fugir ou a pessoa que prometeu encontrá-lo o achará. Só não será tão fácil assim seduzir Hector, um professor deficiente e com um passado muito obscuro que pode dar o que ele quer ou tirar o que ele nem imagina.

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60 chapters
1 | Seu Professor
Minha cabeça dói, meus olhos marejam de sono e meu pau se encontra dolorido dentro das calças — implorando por uma punheta. Ainda estou terminando de corrigir algumas provas da semana passada. No relógio, já alerta ser 9PM, provavelmente o internato está vazio por conta do feriado de Halloween. E os poucos alunos que restam, já devem estar dormindo. Ergo os olhos, após terminar de corrigir a última prova. A sala está em um silêncio delicioso, talvez poderia me punhetar bem rápido. Mas na sala ainda pode ser muito arriscado. Levanto da cadeira, enquanto ajeito os papéis e os coloco dentro da maleta. Com dois tinidos, a travo e a guardo debaixo da mesa. Sem qualquer vergonha, aproveito para arrumar meu pau outra vez nas calças até ele ficar flácido e parar de marcar. Passo a observar o corredor sombrio, receando em não ter saído com Dona quando ela me ofereceu carona e um jantar no centro da cidade. Devia ter aceitado, pareceu bom e os seios de Dona são agradáveis o suficiente pa
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2 | Seu querido Professor
Angus decide deslocar de vez minhas calças para baixo. Meu pau começa a sentir o vento gelado e minhas bolas instintivamente ficam duras. Vislumbro o lado de fora por um segundo, mas minha visão só atinge um exato lugar iluminado do gramado. Não tenho certeza se algum guarda pode nos pegar ou se manifestar pelos postes, só posso temer e torcer para isso não acontecer. Apanho a sua mão, a que acaricia meu abdômen, e precipitadamente a líbero debaixo das minhas roupas. — Vem — Angus sussurra, puxando-me para longe da porta. Andamos em direção à curva de um corredor com meus joelhos embolados nas calças. — Não podemos fazer isso aqui — digo, enquanto viramos o corredor. Seguro no meu pau tentando protegê-lo do frio, porém, minhas mãos também estão tão geladas que não tenho capacidade de esquentá-lo. — Não faremos, vamos para o meu dormitório. — Não Angus, isso é errado. Eu tenho que ir embora. Ele sorri. — Bake, eu sei que você quer — ele chega mais perto, novamente trazendo a mã
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3 | Seu admirável Professor
— Quero foder você — pronuncio, cobrindo seu pau mais uma vez com os lábios. — Vai me foder bem devagar? — ele pergunta em sussurro com as pálpebras semi fechadas e soltando outro grunhido ao fim da frase. Para concordar, sugo sua glande e seu corpo todo se retrai. De um jeito ágil, solto seu pau e olho para cima: — Vou rasgar você. Ergo-me posteriormente. Entramos no banheiro e Angus liga as luzes. É um banheiro minúsculo, tem uma pia com um armário e uma parede de azulejos cinza envolta do box que o separa do restante do banheiro. — Onde colocam as camisinhas? — pergunto a ele ao tempo que me aproximo da pia. Angus já ligou o chuveiro e já se encontra de costas para mim enquanto se esfrega apenas com água. — Não precisa usar se não quiser. Não tenho doença — ele se vira para mim, a água percorre pelo seu rosto, passando pelo abdômen e atingindo seu pau ereto. Rodeio os lábios com a língua, mas afasto instantaneamente a tentação de seu corpo e carrego o olhar para o seu rosto.
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4 | Nosso inadequado Professor
Odeio o garoto da aula de artes. Na verdade, eu odeio tudo o que envolve artes. Desde a professora baixinha de vestido florido até os desenhos de árvores para o Dia da Árvore. Faço desenhos péssimos e tenho total consciência sobre isso. Só em uma aula eu consigo gastar uma quantidade absurda de papel a cada traço que erro. Sempre rasgo a folha e a amasso. Acumulando tudo em cima da mesa. “Anjo, não é amassando papel que fará um bom desenho,” dizia a professora com a mão no meu ombro e uma voz limpa e suave como de toda professora de artes. E a minha única vontade era de responder: e não é pintando o cabelo que achará um marido. Também odeio pintar. Nossa... cansa terrivelmente a mão. Cansa mais que bater uma punheta, e olha que às vezes uso as duas mãos. Mas bem, nada na aula de artes consegue ser pior que Jack. Nada. Fico muito feliz de ser a única aula que temos juntos. No entanto, é a pior aula de todo o dia. Jack senta atrás de mim, ele é o favorito dos professores, ou de uma b
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5 | Seu delicioso Professor
A boca de Jack tem gosto de suco de laranja, pão com queijo e talvez gelatina de limão? Ou tem gosto suco de limão, pão com manteiga e gelatina de laranja?— Me solte! — demando, aos poucos vou me livrando das mãos dele com dificuldade, mas conseguindo. Antes de me libertar por completo, Jack me dá um selinho no queixo. Sinto as gotas de suor escorrendo pela testa, as limpo com o braço e me elevo alguns degraus. — Então, como a gente fica? — ele pergunta, também subindo os degraus.— Não existe "a gente". Ficamos como antes, de preferência, você sentado em outro lugar na aula de artes. — Você tá brincando? Acabamos de nos beijar, cara.— Não. Você me beijou e me forçou ainda. Não vai rolar nada entre a gente — meu peito para de transpirar e finalmente volto a subir as escadas. Jack se apressa e vem ficar ombro a ombro comigo.— Você cuspiu em mim, eca — ele passa as costas da mão no rosto e depois j**a a saliva para
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6 | Seu objetivo Professor
Faltam vinte minutos para às 10h da noite e estou me odiando. Odiando-me por não ter escovado os dentes antes de Feller entrar no banheiro, odiando-me por ter beijado Jack, odiando-me por ter perdido a prova e me odiando por estar querendo ver Jack. Eu não devia estar querendo ver Jack. Ok, eu quero questionar ele sobre sua mentira de que Hector tem algo com uma tal de Alice Kayler. Eu preciso saber, certo? Preciso saber quem é Alice e se Hector está mentindo para mim ou se Jack está mentindo para mim.— Feller, já faz meia hora que está nesse banheiro. Eu preciso escovar os dentes — espanco à porta pela segunda vez.— Eu vou demorar, usa o banheiro da Heather! — a voz atravessa a porta abafada. — Mas o que você está fazendo neste banheiro?! — Não te interessa, Angus!— Vai se ferrar!— Vai você!Acabo por desistir. Não tinha muito o que pudesse fazer. Pego a escova e a pasta de dentes dentro da minha gaveta e fico olhando
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7 | Seu cativante Professor
 Jack fecha à porta após eu entrar.— Pensei que não vinha mais, por que demorou? — meus joelhos ainda estão doendo, não o respondo, e ando no sentido da pia para aliviá-los com água. Ligo a torneira, começando a esfregar cada um dos joelhos enquanto ouço Jack falar um monte de coisas sexuais sobre a minha demora. “Sim, Jack, eu estava chupando Hector, por isso estou com os joelhos doendo.” Mais fácil dizer isso para ele do que contar que descobri como Eltery se tornou líder do time de basebol. É incrível como Eltery chupando a professora de educação física consegue tantos privilégios, e eu tirando todo o leite de Hector não consigo nem um “+” nas provas de literatura. Bem, ele pode não me dar notas altas, mas me traz comidas de fora do internato com roupas. As vezes me traz a b&iacut
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8 | Seu sigiloso Professor
 Retorno ao dormitório e acabo encontrando Feller acordado. Ele está na nossa mesinha perto da janela, iluminado pelo abajur enquanto escreve alguma coisa.— Onde estava? — questiona ele, sem se virar para olhar.— Estava com Jack — respondo, tirando os sapatos e colocando perto da porta. — Você não vivia dizendo que não gostava dele?— Bem… — olho para o teto —, talvez ele não seja tão ruim — é sim. Guardo a escova e a pasta dentro da gaveta e me dirijo para a cama. — Tão ruim? Heather falou que ele vive em cima de você — a cabeleira loira de Feller balança quando se vira.— É, ele fica. Mas ele só tá tentando amizade..— Certeza?— Aham… não é da sua conta — digo estupidamente, relembrando d
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9 | Seu melhor Professor
— De novo atrasado, Angus? — indaga Hector, no momento que entro na sala. Ele solta a caneta em cima dos papéis e ergue-se da cadeira. Todo mundo está me encarando e, alguns poucos, fingem estar com a atenção na lousa, mas com certeza estão esperando ansiosos pela minha advertência.— Desculpa — digo. Hector vem caminhando na minha direção. Seus cabelos ruivos, estão em cachos perfeitos, ele transpira um perfume agoniantemente provocante e as sardas nas bochechas estão mais nítidas que antes. E sua face está assustadora, ou eu estou assustado demais?Maldito Jack, se não tivesse ficado conversando com ele na escadaria, não estaria acontecendo isso.— Continuem fazendo as atividades, vou falar com o sr. Wesler e volto em breve — declara ele e coloca a mão no meu ombro, me guiando para fora da sala. Quando fecha a porta, conti
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10 | Seu perigoso Professor
Durante o restante da aula de literatura, Hector não parou de me observar. Parecia uma constante câmera que movia os olhos a cada movimento que fazia. Incômodo. Um dos alunos ao meu lado, passou a notar os olhares dele, fazendo que Hector desviasse o rosto, mas isso não o desmotivou, e continuou me observando pouco tempo depois. Estava começando a desconfiar que Hector queria deixar os alunos suspeitarem de algo entre a gente.Coisas como essas jamais aconteceriam se Hector estivesse sóbrio.  Ele volta a sorrir para mim de relance, está apenas a uma carteira de distância, seu corpo, está apoiado na mesa do professor, esperando os alunos entregarem o restante das atividades. A minha atividade já está pronta, porém, queria ficar enrolando até o final da aula para ficar apenas nós dois na sala. Parece uma grande idiotice para quem estava com
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