O que posso dizer? Naquela noite fui pra casa com aquele rosto fixo em minha mente. Queria estar pensando na aula, na matéria e em tudo que envolvesse a minha graduação, até porque aquela era a única aula daquela noite, mas não, estava eu pensando em Bruna, a garota que havia acabado de ver, até porque não posso nem dizer que conheci, pois não chegou a ser o caso... ainda. – Vai querer jantar? – Me perguntou minha mãe, assim que entrei pela porta de casa.Ela estava praticamente deitada no sofá, com nosso cachorrinho lindo, o Pituco, em seu colo, enquanto assistia alguma programação, que eu desconhecia por falta de tempo e interesse, na televisão. Me aproximei, beijei-lhe a testa, beijei nosso totó, me larguei ao seu lado sobre o sofá, e respondi, dizendo:– Jantar, eu acho que não, mas daqui a pouco vou na cozinha e vejo algo pra comer.– Você que sabe, mas se quiser, tem janta. – Me falou com carinho.– Como foi seu dia? – Perguntei pra socializar.– Cansativo e estressante, e o se
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