KiviaDemônios.Na verdade, nem sei onde estou.Não me permitem ir muito longe do castelo do Alfa dos renegados, onde sirvo como escrava desde que cheguei.— Vá servir o café da manhã ao mestre.A cozinheira, uma fêmea asquerosa que vive cheirando a temperos, mas se acha melhor do que todas as escravas, rosna a ordem.Sigo pelo corredor escuro de pedra até chegar ao quarto, daquele Alfa que obrigam a todas as escravas chamar de Mestre. coloco a bandeja repleta de comida sobre o criado-mudo o mais silenciosamente que consigo.Ele já está acordado. Me observa.Sua forma humana é magnífica, tão bonita quanto cruel e perigosa. Pele bronzeada, quase dois metros de puro músculo. Seu olhar me acompanha todos os dias, na ida e na volta. Nunca o vi dormir profundamente, como fazem as fêmeas que passam a noite com ele.Hoje há duas escravas deitadas ao seu lado.Mas já houve dias em que eram três.Ou quatro.Ele se levanta e segue para o quarto de porta contígua.— Meninas, o mestre já se leva
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