Dei uma risada seca e tentei ignorá-la.— Ele vai levar a mim — completou ela.Subi para o meu quarto e ela me seguiu, batendo na porta várias vezes e desferindo provocações sobre a intimidade dela com o Salim. No meu limite, escancarei a porta, de peito estufado, pronta para o confronto. Ela recuou um passo.— Fique com o Salim inteiro para você! Para mim ele não passa de um saco de prazer. Eu sento, rebolo, gozo e acabou — disse, fria.Ela me olhou chocada. Quando fiz menção de fechar a porta, girei sobre os calcanhares para finalizar.— Ah, e tem mais: ele bebe todo o meu gozo. Ele me chupa, e olha que chupa bem — até a última gota.A cara de inveja dela foi instantânea. Entrei e tranquei a porta.Ela desapareceu do corredor, para meu alívio. Levei a mão à boca, horrorizada comigo mesma. O que eu estava me tornando para expor algo tão íntimo? Será que ele fazia aquilo com todas? Afinal, éramos todas submissas.Mais tarde, Zuleica veio ao meu quarto.— A número cinco está quebrando
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